As grades que sustentam a democracia

Um certo frio percorre “a espinha” de quem lê Como as Democracias Morrem, o fabuloso livro escrito pelos Cientistas Políticos americanos, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt.

O livro foi escrito após muitos anos de estudos e levanta uma questão, até então improvável no consciente da maioria dos americanos: estaria a democracia americana em perigo? Os professores de Harvard dedicaram mais de vinte anos estudando o colapso das democracias na Europa e na América Latina, e acreditam que a resposta é sim, apesar dos sinais, nem sempre perceptíveis aos olhos dos cidadãos.

Os exemplos são históricos e globais, porém vamos tomar o recorte puramente das explicações das atitudes que contribuem para o esmorecimento da democracia, vamos enfatizar as atitudes que fazem paralelo com situação brasileira atual e observar em que nível de estabilidade ou instabilidade nos encontramos.

Observam que a democracia não termina mais com uma revolução ou golpe militar, mas com o lento e contínuo enfraquecimento de instituições, como o judiciário e a imprensa, e a gradual erosão das normas políticas observadas e respeitadas de longa data.

É dito que as democracias não morrem mais apenas nas mãos de generais, mas através de atos de líderes eleitos, presidentes ou primeiros-ministros que subvertem o próprio processo que os levou ao poder e com frequência, as democracias vão morrendo aos poucos, em etapas sutis, para não favorecer a reação da oposição.

É incrível, mas o retrocesso democrático hoje, pode começar com o resultado das urnas A maioria dos países realiza eleições regulares. Desde o final da Guerra Fria, a maior parte dos colapsos democráticos foi causado pelos próprios governos eleitos democraticamente.

Sem sinal de violência nas ruas, com a Constituição e outras instituições democráticas, vigentes. Os presidentes eleitos mantêm a aparência de democracia enquanto corroem a sua essência com atos autoritários. Como não há um único momento em que o regime ultrapassa o limite visível para a ditadura, nada é capaz de disparar o alarme na sociedade, mesmo quando a erosão avança e já compromete.

Ensinam os professores que as democracias funcionam melhor e sobrevivem mais tempo onde os sistemas de freios e contrapesos funcionam e onde as constituições são reforçadas por normas democráticas, mesmo as não escritas.

Hoje, contudo, as grades de proteção da democracia estão se enfraquecendo e  há regras que os autores observam que podem provar o esfacelamento do comportamento democrático:

  • A utilização da Receita Federal como arma política, auditando severamente e somente os oponentes relevantes, ou seja, imposição de lei seletiva.
  • Ver a imprensa e oposição como inimigos; É notável nos autocratas, a intolerância à crítica e a disposição de usar o poder para punir aqueles que venham a criticá-los.
  • Rejeição às regras democráticas do jogo ou compromisso frágil com elas:
  • Negação da legitimidade dos oponentes político: Descrevem os rivais como comunistas ou ameaças à ordem constitucional. Um sistema contínuo de desqualificação dos rivais partidários;
  • Tolerância ou encorajamento à violência: Laços com gangues armadas, forças paramilitares, milícias, guerrilhas ou outras organizações envolvidas em violência ilícita.
  • Elogios a atos significativos de violência política e medidas repressivas tomadas no passado ou em outros lugares do mundo, por outros governos.

Resta, ao final, a conclusão óbvia que figuras autoritárias não podem ser domesticadas.

Os solitários dirigentes partidários

É cobrado que os partidos sejam, assim como empresas, competitivos, entretanto nem todo bom político é bom dirigente partidário. No momento, promovem atos de filiações, apresentam empresários como potenciais candidatos, é o vale tudo para ganhar espaço nas mídias e nos corações dos eleitores e fatias gordas do Fundo Partidário.

Além de preparar o partido para as eleições municipais de 2020 e fortalecer as bases, alguns partidos miram atingir metas e colocar-se entre os dez maiores partidos brasileiros, para terem acesso a valores significativos do fundo partidário, que é fator de fascínio dos dirigentes e dos candidatos, mas também se tornaram munição na guerra interna, a exemplo do que aconteceu no PSL.

A saber que, o MDB lidera o ranking com 2,39 milhões de filiados, seguido pelo PT com 1,59, PSDB com 1,46, PP com 1,44 e o PDT com 1,25, etc…,observando que esses números sofrem alteração a todo instante.

É impressionantemente tímida a participação do cidadão nos momentos que antecedem as eleições. Os dirigentes partidários, solitariamente montam suas chapas, articulam com outros partidos e lideranças. E devem até gostar dessa autonomia delegada pelo pouco caso. Daqui a pouco, nas convenções, apresentam candidaturas que mais representam a si mesmos.

As convenções partidárias, sem peso algum para formular candidaturas, simplesmente formalizam o que fora acordado, via de regra, por discussão entre parlamentares com mandato. Tem sido assim e não creio que mudança alguma possa acontecer num curto período de tempo. Estamos acomodados em exercer o voto de acordo com a lista de candidatos democraticamente elaborada por executivas e comissões provisórias, também instituídas em ações solitárias dos dirigentes.

As executivas nacionais dos partidos não são tão solidárias com as estaduais e assim segue a toada com as, quase sempre comissões provisórias nos municípios. A falta de informação é grande. Quantos dirigentes partidários já tem um diagnóstico do tamanho do partido nos municípios e dos possíveis candidatos mapeados no estado?

Quem tem pretensão política precisa de capacitação para ocupar espaços, precisa minimamente conhecer as bandeiras defendidas pelo partido no âmbito nacional e devem conhecer pessoalmente os dirigentes locais.

Os dirigentes partidários tem que inovar, investir na valorização da formação política, treinar a militância para lidar com as modalidades de campanhas digitais, além de formar quadro político qualificado, tanto de dirigentes, candidatos e colaboradores.

Os presidentes dos partidos não podem mais trabalhar apenas visando as próximas eleições, instalando-se em ambientes favoráveis, onde há muitos cabos eleitorais. Além de promoverem certa orientação aos filiados, devem normatizar as reuniões pequenas, frequentes e proveitosas, focadas no quesito de atingir metas com dinheiro curto. Recomenda-se que antes de enfrentar um ano eleitoral estejam zerados todos os problemas financeiros e administrativos remanescentes de campanhas anteriores.

A remuneração dos dirigentes partidários é permitida por meio do Fundo Partidário, aos dirigentes com dedicação exclusiva.

A ambiguidade das nossas emoções

Para se conquistar uma vida mais equilibrada é importante aumentar a consciência a respeito do corpo, da mente, das emoções e relações. Estar mais presente à vida, encontrar um meio de velejar com segurança entre os rochedos perigosos que circundam nossos caminhos, sem nos tornarmos frios, indisponíveis e intocados pela dor dos outros.

Lidar com nossas emoções é sempre um grande desafio. Entretanto, identificar e melhorar nossas qualidades emocionais pode ser uma possibilidade real de aprender que as coisas não são tão ruins ou tão boas quanto parecem. E perceberíamos isto se não vivêssemos com o coração à flor da pele.

Cultivar a empatia e respirar emoções mais saudáveis, são ferramentas eficazes para melhorar nossos relacionamentos. O conhecimento sobre as emoções que correm soltas, pode ajudar a lidar com as emoções aflitivas e a cultivar um equilíbrio emocional que afete a vida, de forma positiva.

Não estamos acostumados a estar no momento presente, nossa mente habitualmente sente-se atraída em direção ao passado e ao futuro. Porém, preocupar-se em demasia com o futuro, pode nos tornar ansiosos crônicos; se refletimos seguidamente sobre o passado podemos nos tornar nostálgicos crônicos, então, consideremos conduzir à atenção plena para o momento presente, como um possível remédio para ambos deslocamentos.

Devemos nos ver mais claramente. Conhecer e apreciar nosso próprio processo de pensar. Nos tornarmos especialistas em apreciar. Sem medo de ficarmos a sós com os pensamentos e medos. Todos nós temos a capacidade de sentir ternura, assim como somos capazes de experimentar um coração partido, a dor e a incerteza. Então, não entre nessa de projetar a possibilidade de viver a distrair a mente. A distração pode resultar numa receita favorável a ansiedade, infelicidade e estresse.

A noção de espiritualidade tem sido ampliada para abarcar um leque de interpretações que almejam torná-la um indicador de bem-estar. A filosofia budista se baseia na afirmação de que nós sofremos  e causamos sofrimento aos outros  porque insistimos em não ver o mundo como ele é.

Honestamente, acabamos nos habituando a sermos zeladores. Zeladores do corpo, da mente, da casa. Zeladores, tudo bem. Não podemos ser escravos.

Coisas fora do lugar

Do despertar a hora de deitar me ocorre uma inconveniente sensação de que há muitas coisas fora do lugar nos caminhos da vida. As pessoas estão menos flexíveis com “bolas foras”, descuidos tão naturais no dia-a-dia e isso nos faz nos sentirmos, às vezes, inadequados.

Vigia-se para interpelar, para cobrar retratação.

É um prazer estranho expor o suposto erro do outro. Em casos severos, indivíduos podem passar a evitar a interação social com medo de serem ridicularizados, rejeitados ou humilhados, após exposição.

Estamos vindo um claro momento de retração das emoções autênticas. E para onde vai a espontaneidade, a discordância saudável de tudo o que não é uma caixa fechada? Falar para contestar ou para acrescentar, eis a questão.

O ator americano Keanu Reeves, discretíssimo com a vida pessoal, resolver aparecer em público com a namorada. Uma artista plástica americana. A foto foi milimetricamente esmiuçada em todas as mídias. Criticaram a aparência da mulher, a roupa, os modos e decidiram (fãs) que a mulher parecia inapropriada para o ator, inclusive concluíram que ela aparenta mais velha do que ele. A mulher é uma artista plástica e em momento algum, ocorreu a alguém falar sobre a qualidade da vida profissional dela. Vês, a superficialidade em que nos metemos?

Este caso é apenas um exemplo, que nos faz concluir que Keanu Reeves estava certo quando não compartilhava a vida íntima. Ou então, não creio que seja perfil dele, deveria repercutir uma resposta na mesma mídia e no mesmo tom.

Semanas atrás, a atriz brasileira Cléo Pires fez um desabafo sobre as críticas que vem recebendo porque engordou muito. Ela falou do medo dos julgamentos, da vergonha que acabou adquirindo de ir as ruas, mas disse também que tem respondido à altura os que questionam o fato de ela estar “fora dos padrões”. Ela está em tratamento contra a compulsão de comer.

Padrão tem significado diferente para pessoas diferentes.

As faíscas de indignação estão propensas a prosperar ao menor ruído. Estamos nos sentindo críticos poderosos demais depois que nos aliamos as mídias sociais.

Entretanto, não deve nos dar prazer fazer as pessoas se encolherem, fazer com que se sintam inseguras. É muito importante que estejamos atentos, que sejamos honestos ao interpretarmos as mensagens alheias, sem julgamentos apressados.

Nunca é tarde e em qualquer tempo, tratemos de iniciar a reconstrução de nossas existências, porém, não espere perfeição de ninguém. Há muitas pessoas que vestem lindas embalagens mas são absolutamente sem conteúdo e dissimuladas por dentro.

Na dúvida, seja educado e acolhedor e não aja como se fosse a única luz que brilha no mundo.

Representação feminina nos cargos eletivos

A eleição para vereador é extremamente disputada. Candidatos esbarram no mesmo eleitor, o pleito é personalizado e a reputação pessoal, sobretudo de quem já detém mandato é exaltada ou esculachada  às últimas consequências.

As denúncias, mesmo de casos já noticiados voltam com força numa demonstração clara de que vale tudo nesta disputa, que coloca o político mais próximo do eleitor. O vereador povoa as proximidades, vive os mesmos dramas de coleta de lixo, saúde pública, transporte e escolas.

O fim das coligações acaba com as parcerias de muitos para eleger um e com essa modificação, os candidatos com maior visibilidade e poderio econômico encabeçarão a lista dos mais votados.

No universo de 57.814 vereadores eleitos em todo o país nas eleições municipais de 2016, apenas 7.803 são mulheres.

Cuiabá não tem nenhuma representante na Câmara Municipal. As mulheres não se investiram do poder real que possuem para ir à luta por uma cadeira, pelo menos. Nesta campanha, os homens gozam da vantagem de já deterem mandatos, de exercerem a liderança dos espaços e posições de poder, fator que reflete na participação masculina na política e nos processos de tomada de decisões.

Em que pese o ambiente político ser altamente difícil para as mulheres, pois são, diariamente desqualificadas e lidam com uma constante descrença da capacidade feminina de estar neste ambiente, tanto por parte dos eleitores quanto dos próprios políticos, o que desmotiva e repele muitas mulheres da participação no processo político.

Mais do que antes, já que foi ampliado o número de candidatos que cada partido pode lançar, as mulheres serão convidadas a serem laranjas. Diga não, se não tem chance alguma. As políticas de cotas são insuficientes para garantir uma participação feminina plena e segura. Repila com veemência os que te pressionam para preencher a cota. Mas se, lá no fundo, tem um trabalho prestado, uma chance de brigar de igual para igual, não fique fora. Cuiabá merece ter mulheres na Câmara Municipal.

Você que tem condições deve se candidatar. Cuiabá precisa que você se candidate. As pesquisas mostram que as taxas de desigualdade social tendem a diminuir nas esferas de poder com maior participação de mulheres, como também, a presença de mais mulheres em posições de poder influenciam que mais mulheres se sintam inspiradas a concorrer!

A escolha de um partido não é um processo simples, mas muitas mulheres já são lideranças filiadas e se não, ainda há tempo.

Quem mais do que as mulheres sabem quais são os principais problemas do bairro e como esses problemas afetam a vida das pessoas.

Como é o acesso da população aos serviços públicos?

Se você já faz parte de organizações sociais, movimentos religiosos ou outros grupos é importante levar sua mensagem para além dessas delimitações.

Para conseguir sucesso na política é preciso ter resistência e determinação.

Xingamentos e constrangimentos

Por que os partidos políticos não são definitivamente atrativos? Porque não trabalham a questão da representação?

Não há incentivo para os jovens, para as mulheres, para os negros. Não são amplamente discutidas as necessidades e quais seriam os ganhos dos partidos se fossem compostos levando-se em conta uma representação mais balanceada.

Ainda que consideremos o elevado índice de renovação que houve sobretudo no Congresso Nacional e no legislativo do nosso estado, as práticas partidárias são requentadas. Brigam por falta de ideologias, por proposições equivocadas, pela disputa de posições de prestígios. Temos assistido a dias de terror na mídia.

Parlamentares escrachados, o melhor termo que pude encontrar para não ser vulgar, escrachando os outros, colocando apelidos sem o menor receio de estarem sendo inconvenientes. Motivo? Birra, mimo e aquela velha mania de entender o partido político como a extensão do quintal da casa, onde os dirigentes partidários, apesar dos riscos inerentes a generalização, agem como empresários políticos, donos de um negócio rentável: o partido.

Dias melhores, outros de recaídas. Assim tem sido. A política partidária brasileira, com raras exceções, tem sustentado discussões elevadas, tem proporcionado filiações de políticos de nível para o engrandecimento das disputas eleitorais. O que deveria ser regra, a preparação do político para a vida pública, acontece minimamente com 03 ou 04 partidos. Eu, sendo generosa!

Ao deterem o monopólio sobre a aceitação de quem serão os políticos, os partidos iniciam seus vexaminosos movimentos em torno do poder. Seria interessante o desenvolvimento sério do sistema partidário, até porque os partidos são veículos de acesso aos cargos públicos e deveriam ser o mais importante elo de identificação dos políticos com seus seguidores.

Do ponto de vista do eleitor comum, faz até sentido prestar pouca atenção às questões políticas e, em vez disso dedicar maior parte do tempo a administração da vida pessoal, porque na maioria das vezes, as decisões são tomadas a portas fechadas, e os filiados são chamados depois, apenas para validar as decisões tomadas. Lembremos que a ignorância política é um problema que pode trazer sérias consequências.

A apatia e baixa participação dos eleitores na política são exatamente reflexo da fragmentação dos partidos políticos brasileiros. Os partidos não emplacaram suas marcas no gosto do cidadão. Partidos sérios não vivem de parlamentares celebridades nem de ecos das mídias sociais.

É, os partidos políticos precisam verdadeiramente, de análise sociológica.

No momento em que somos confrontados

A política se torna prejudicial quando você menospreza os outros para manter suas opiniões. Porém, não tem nada a ver com a inteligência  fato de uma pessoa não mudar de ideia acerca de qualquer assunto que discuta. Entretanto estamos mais abertos a mudar de ideia em tópicos mais amenos.

Li um artigo da colunista e escritora americana Arianna Huffington sobre o quanto a política está nos deixando psicologicamente doentes e ampliei a leitura sobre o tema. Os psicólogos têm ventilado uma possível razão pela qual as crenças políticas são tão teimosas: identidades ideológicas ficam vinculadas a nossas identidades pessoais, o que significa que um ataque às nossas crenças é fortemente defendido pelo cérebro.

Quando somos atacados, fugimos ou nos defendemos – como se tivéssemos um sistema imunológico para pensamentos desconfortáveis. Quando nosso eu se sente atacado, nosso cérebro lança mão das mesmas defesas que ele tem para proteger o nosso corpo.

Temos a tendência de levar os ataques políticos para o lado pessoal. Em um estudo publicado no Scientific Reports,  40 profissionais liberais que declararam ter convicções políticas firmes, foram colocados em um tipo de scanner de ressonância magnética. A questão do estudo era a seguinte: ver o que acontece no cérebro no momento em que somos confrontados com um argumento que contraria nossas identidades ideológicas e partidárias.

Chegaram a conclusão que quando os participantes foram desafiados em suas crenças mais profundas, houve mais ativação nas partes do cérebro que se acredita corresponder à preservação da identidade.

Logicamente a pretensão não era estudar a teimosia partidária em si, mas entender o que acontece no cérebro quando resistimos a mudar de ideia. O estudo pode ser limitado, entretanto é uma evidência intrigante que confundimos desafios ideológicos (com boa argumentação) com insultos pessoais.

Os resultados são intrigantes porque mostra que o cérebro processa informações politicamente carregadas de maneira diferente e com mais emoção do que processa fatos mais mundanos.

Pessoas de todas as faixas políticas experimentam ansiedade e alienação por causa da política – a questão é como lidamos com isso.

A política é uma ladeira escorregadia, especialmente com tensões recentes. Há uma tempestade de opiniões, argumentos e ideias voando por todo o país. A política pode facilmente se tornar um relacionamento tóxico, quando colocamos os outros para baixo. Contudo, podemos trazer da seara política uma atmosfera mais tranquila, respeitando as opiniões dos outros, sendo capaz de defender as crenças com fatos e dados, evitar brigas apaixonadas por quaisquer crença ideológica e saber que não há problema em discordar das pessoas, até porque política tem tudo a ver com ambiente de ideias conflitantes.