Os Maias

Nada a desejar e nada a recear… Não se abandonar a uma esperança – nem a um desapontamento.
Tudo aceitar, o que vem e o que foge, com a tranqüilidade com que se acolhem as naturais mudanças de dias agrestes e de dias suaves.
E, nesta placidez deixar esse pedaço de matéria organizada, que se chama o Eu,
ir-se deteriorando até reentrar e se perder no infinito Universo…
Sobretudo não ter apetites. E, mais que tudo, não ter contrariedades”.

(Eça de Queiroz – Os Maias)

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