Deixar passar

Um dia como hoje, se pudesse, dormiria apenas. Não faz muito sentido debruçar no passado, ou mesmo no presente recente, para contabilizar as perdas.

Não são tantas, mas foram bruscas. 
E o inesperado assusta mais, deforma a realidade, dá medo de seguir em frente. 
Sinto que as feridas estão fechadas, as marcas não são aparentes.
Só um olhar amigo pode ainda ler o que vai escrito neste silencio.

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