O Brasil e a Energia Nuclear

O Brasil felizmente não investiu muito em energia nuclear. No estado do Rio de Janeiro, entre as cidades de Angra dos Reis e Paraty, existe a Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto, que abriga três estações nucleares denominadas Angra I, Angra II e Angra III. As usinas foram construídas com tecnologia da empresa alemã Siemens.
Angra I entrou em funcionamento no ano de 1985, Angra II em 2000 e Angra III, ainda em construção, com previsão para entrar em funcionamento em 2014.
A produção da energia nuclear no Brasil corresponde a apenas 3% da energia consumida no país.
Li no site do governo que o índice de confiabilidade de Angra I e II é de 97%.
Ambientalistas se sentiram indignados com a construção da usina na praia de Itaorna, um dos pontos mais bonitos do litoral do Brasil.
O acidente que causou o colapso no reator da Usina japonesa em Fukushima causou muita perturbação a todos os governos que defendem a energia nuclear, mas não deve mudar o cenário nem o plano do governo brasileiro de manter o seu parque nuclear.
Existe hoje 442 usinas nucleares em operação em 31 países e 65 novas usinas estão em construção. Geram aproximadamente 17% da energia elétrica mundial.
25 anos depois da grande catástrofe de Chernobyl, na Ucrania, o histórico de confiabilidade da energia nuclear ruiu com a passagem do Tsunami no Japão.

Processo Político

Estive muito envolvida no processo eleitoral e hoje reconheço que satisfaz-me o sabor inigualável da vitória.
Meses a fio planejando, contando os votos, divulgando idéias e projetos, acreditando na possibilidade de vencer. O desgaste ao qual me submetí foi imenso, a insegurança de contar com promessas veladas, com acordos aparentemente sem sustentação política e aliados desconfiados. Mas as dificuldades foram vencidas uma a uma, com seriedade e determinação.
Convenço-me agora que a vitória acontece, sobretudo quando nos expomos, quando superamos nossas fraquezas, preconceitos e quando vencemos as velhas práticas e conceitos.
A vitória vem quando vencemos um desafio após o outro, dia após dia.
Eu, sem nenhuma ingenuidade ainda acredito na ética política, solidariedade entre os homens, que olham em volta e percebm que, apesar dos avanços, ainda há muito por fazer por mim, por voce e pela comunidade. O processo individual cede espaço ao coletivo e agora não mais apenas escutamos o clamor do povo, somos o povo nesse novo momento deconfronto de idéias e atitudes para se estabelecer um governo cuja prioridade maior seja o bem de quem mais precisa do olhar público.
Aguardo o desenrrolar de mais um governo. Que seja inovador, ousado, transparente e que cuide de gente!

EDUTOPIA – GEORGE LUCAS EDUCATIONAL FOUNDATION

Surpresa boa ao ser apresentada ao projeto Edutopia – da George Lucas Educational Foundation. Sim, de George Lucas o mega diretor de Guerra nas Estrelas, entre outros sucessos.
Há 20 anos ele desenvolveu um projeto social para proporcionar melhoria na educação de jovens americanos. Tendo o domínio da tecnologia, que encanta Holywood, o Diretor trouxe para a Fundação seus sonhos e angústia de contribuir para a formação de cidadãos melhores, que consigam resolver problemas complexos com o uso das ferramentas tecnológicas. Como por exemplo, buscar informações, analizá-las e com criatividade usar as informações com compromisso.
Todo o processo do Edutopia é combinado com os métodos clássicos de aprendizado. O uso dos lap-tops e outros equipamentos transformam o processo numa experiência mais rica e interessante, além de evitar o armazenamento de livros e textos, que logo se tornam obsoletos. Pode-se ler Sócrates e Platão na tela com o mesmo conteúdo e diálogos que se lê nos livros impressos.
Através da Edutopia a Fundação consegue imprimir brilho e estímulo nas aulas e os estudantes estão redefinindo suas rotinas de estudo e mudando a rotina de suas escolas.
É um grande esforço para integrar o poderio tecnológico com as técnicas clássicas de ensino. Talvez uma visão cinematográfica para motivar os jovens.
A fama, o dinheiro, finalmente à serviço de uma causa que não apresenta resultado rápido, não deve render mídia, porque é assunto sério, mas que vai transformar o processo educacional em algo prazeroso para muitos.