O legado da Copa do Mundo para a Africa do Sul

Membros do BRICS – grupo de países de economia emergente, países considerados com potencial para se tornar potencias econômicas, Brasil e Africa do Sul, cada um ao seu tempo, vivem as aflições do pré e pós copa do mundo. Logo após a final da copa na Africa do Sul, o vice presidente de marketing integrado da Coca-Cola, McCune declarou que já estava olhando adiante, em 2014 e que via uma grande oportunidade de negócios no Brasil, principalmente devido ao amor dos brasileiros pelo esporte.

Os benefícios sociais e econômicos criados pela hospedagem da Copa do Mundo continuará sendo sentido na Africa do Sul por muitos anos. Mais de 309 mil turistas gastaram aproximadamente R$ 3,6 bilhões (a moeda é o Rande e, atualmente, um real corresponde a 3,37 rande) e mais de 95% dos que foram assisir aos jogos, disseram que voltariam para visitar outras cidades do país.

O ministro do Turismo, Marthinus van Schalkwyk, disse que valeu a pena todo tempo e cada centavo investido no evento da copa do mundo de futebol. Revelou ainda o Ministro, que houve uma mudança radical nas atitudes dos estrangeiros com a Africa do Sul. Com os europeus na liderança dos gastos, seguidos pelos Estados Unidos, a média de gasto por turista foi de R$ 11.800, muito maior do que gasta o turista regular.

A Copa do Mundo deixou uma marca indelével no cenário esportivo sul-africano, com o país agora ostentando inúmeros estádios de nível internacional. A chave agora para os sul africanos é assegurar a continuidade na agenda do mundo esportivo, oferecendo-se como host de grandes eventos, sem contar a escalada na posição da África do Sul como provedora e proprietária de produtos de qualidade, colocados na comunidade internacional.

Sediar uma Copa do Mundo atuou como um catalisador para a expansão da infraestrutura, desenvolvimento de competências, criação de emprego, correção do rumo das políticas públicas de educação, saúde e segurança e crescimento econômico do país. Na verdade foi um grande impulso para a imagem da África do Sul, que aprendeu segundo o Ministro das Finanças, Gordhan, algumas lições básicas: Primeiro foi definir as empresas e seus orçamentos e fluxo de caixa. Isso permitia que todas as instituições envolvidas se concentrassem no que estavam obrigados a fazer. A segunda lição aprendida foi a definição dos papéis e responsabilidades para indicar claramente que organização estava fazendo o que. A terceira lição foi o cumprimento dos prazos.

A Copa do Mundo deixou sua marca, não só nas iniciativas humanitárias, que surgiram em torno do mundial, mas também em melhorias duradouras nas estradas, hospitais, aeroportos, hotéis, centros de serviços de emergência, centros de treinamentos e tecnologia. Um sem número de acadêmicos e especialistas em TI vivem ainda hoje do legado da Copa do Mundo, pois foram beneficiados pela melhoria nos sistemas de tecnológia e essas melhorias podem ser utilizados de forma eficiente ainda no futuro.

A cidade de Durban tornou-se uma cidade digital, com uma das melhores redes de cabo de fibra óptica do mundo. Na área de segurança foi criado um sistema de protecção das fronteiras. O novo sistema de controle de circulação foi responsável por frustrar os planos de uma série de hooligans identificados, que tentaram entrar no país durante a Copa do Mundo.

Os estádios, gigantescos e modernos foram transformados em estruturas de apoio às escolas locais, utilizados agora como salas de aula, o que é especialmente oportuno e um dos objetivos da Fifa, deixar um legado do torneio a educação. E a experiência adquirida pelos sul-africanos ao trabalhar nestes projectos não foi desperdiçada. São hoje consultados por agências que trabalham em eventos futuros, como as duas próximas Copas do Mundo de Rugby e citam empresas brasileiras, que estão envolvidas no projeto da Copa de 2014.

A credibilidade do sistema de transporte público deve ser resgatada a tempo. Esse é o meio de transporte adotado pelos turistas estrangeiros a caminho dos jogos. Sobre o perfil do turista esportivo, fã de futebol, foi dito que são homens, jovens, urbanos, que andam, por recomendação das agencias de turismo, em grupos e bebem muita cerveja e ou seja, nesse quesito, tudo igual por aqui, com os frequentadores do Dutrinha.
Hospedar a Copa do Mundo é uma oportunidade de crescer os negócios e turismo de lazer, bem como acessar novos mercados e novos países.
Fica enfim a visão e versão de amigos sul africanos, recortes de jornais e visitas ao site oficial da Africa do Sul e da Fifa. Nada a temer, muito a ganhar!

Procissão Fluvial

Hoje, aconteceu a Procissão Fluvial No Rio Cuiabá – saiu do Museu do Rio e chegou a São Gonçalo Beira-Rio.
Toda a comunidade ribeirinha, pescadores e moradores de comunidades a Beira do Rio Cuiabá, como São Gonçalo Beira Rio participaram do evento. As igrejas católicas também foram grandes parceiros na realização deste evento. Representantes das Paróquias de Cuiabá, carregaram a imagem do padroeiro da cidade, o Senhor Bom Jesus do Cuiabá. Durante o trajeto uma banda cantava hinos religiosos.
Várias apresentações culturais de cururu e siriri, música e dança típica das comunidades a beira do Rio Cuiabá, aconteceram na largada. A procissão foi organizada dentro de padrões de segurança para todos aqueles que, de barco acompanharam o trajeto. A Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil prestaram apoio ao movimento dos ribeirinhos..
Na chegada, os participantes serão recebidos com diversas atividades culturais. Apresentações de Cururu e Siriri, rasqueado, exposição de telas e artesanatos e comida típica.
Em Cuiabá essas demonstrações de crença nos santos, é algo muito familiar. As pessoas convergem suas crenças para santos diversos, pedem proteção no trabalho, no amor, na vida financeira.
Nossa cultura absorve muito bem o universo religioso em toda sua grandiosidade e idiosincrasias. O respeito, acima de tudo, pelas festas populares, que movimentam as comunidades mais pobres e tradicionais