A paz e o conflito

A violência é substancial falta de responsabilidade, de consciência. A mão que sai do controle e desconfigura a realidade, promovendo uma ensandecida competição de concepções divergentes. Como evoluir a compreensão mútua entre as pessoas e o respeito pelos valores individuais?

A violência, o colapso, a ordem invertida, a dor…Por que repetem-se essas histórias de dores físicas que deveriam ser censuradas? A violência acovarda, o refúgio é o não importar-se com nada além se si. E o outro? Onde esconde-se o outro?

Se liberar-me da ambição, da dominação, não serei violento e assim como Gandhi estabeleceu-se nas bases da não violência, praticarei a Satyagraha, tornarei fraco o meu oponente através da minha gentileza; e o meu poder emergirá da verdade como atributo do poder intenso de reverter a suprema realidade.

A violência ataca, a não-violência acaricia. O que a violência destrói, a não-violência restabelece como significante. Não que mostres a outra face, mas que reafirme o propósito da tua fé e não te deixes brutalizar pelo que causa-te horror.

O que verte-te em homem é a capacidade de recolher-se, racionalizar e negar o que afasta-te da condição de praticar a virtude da bondade. A paz é um processo igualmente doloroso, por que só é buscada quando corações sangram e a tolerância está sob sério risco. capacete e pomba da paz

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