O contrabandista de almas

soul
Quando escrevo, tenho que acomodar as nossas várias facetas, a ponto que não tenha que matar uma parte dentro de mim. É aceitar que somos uma existência composta e escrever é mais desfazer do que fazer. Afinal, somos muitos e ao mesmo tempo, temos uma singularidade. Somos únicos como indivíduo.
O escritor não é o que escreve bem, mas aquele sujeito que tem histórias e faz o leitor viajar dentro dele. É, de certa forma, um contrabandista de almas.
Mia Couto

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