Não se prenda a uma vida insignificante

Volto a escrever calmamente na varanda depois de algum tempo de correria, reafirmo que minhas palavras tanto falando sobre política, sociologia ou seja o que for são denunciadas pelas indagações existenciais e pela busca por uma vida justa, autêntica e serena, nunca perfeita. É da minha natureza encantar-me com o passar do tempo, com o plantio e com a colheita honesta, o que é essencialmente diferente das coisas darem certo e não darem.

O tempo passa como uma sucessão de agoras, uma coisa vem sucedendo a outra, inexoravelmente, como conceitua o filosofo alemão Martin Heidegger nos escritos sobre o homem e sua existência. O presente parece ser uma luta que dura a vida toda e portanto, por razão alguma devemos permitir que nos atrofiem os sentimentos ou que anulem a singularidade da nossa existência.

O medo aniquila a felicidade. Precisamos agir sobre nós mesmos. Vigiar nossos pensamentos, vontades e inclinações. Não devemos permitir, em hipótese alguma que outras pessoas se apropriem do nosso livre arbítrio, nem tampouco, devemos confiar a outro as respostas para as dúvidas que consideramos irrespondíveis.

olto a escrever calmamente na varanda depois de algum tempo de correria, reafirmo que minhas palavras tanto falando sobre política, sociologia ou seja o que for são denunciadas pelas indagações existenciais e pela busca por uma vida justa, autêntica e serena, nunca perfeita. É da minha natureza encantar-me com o passar do tempo, com o plantio e com a colheita honesta, o que é essencialmente diferente das coisas darem certo e não darem.

O tempo passa como uma sucessão de agoras, uma coisa vem sucedendo a outra, inexoravelmente, como conceitua o filosofo alemão Martin Heidegger nos escritos sobre o homem e sua existência. O presente parece ser uma luta que dura a vida toda e portanto, por razão alguma devemos permitir que nos atrofiem os sentimentos ou que anulem a singularidade da nossa existência.

O medo aniquila a felicidade. Precisamos agir sobre nós mesmos. Vigiar nossos pensamentos, vontades e inclinações. Não devemos permitir, em hipótese alguma que outras pessoas se apropriem do nosso livre arbítrio, nem tampouco, devemos confiar a outro as respostas para as dúvidas que consideramos irrespondíveis.

Tornemos então a vida uma área fértil para viver experiências novas.

Os ensinamentos tibetanos exaltam tanto a preciosidade quanto a impermanência da vida, tanto que repentinamente  as condições que tornam a vida preciosa, podem desaparecer e esta é uma razão para não perder tempo e direcionar a vida no sentido de estar sempre em movimento, realizando um projeto, sonhando com outro, ajudando o próximo a sair para além dos espaços onde concentram seus fardos de um passado melancólico.

A despeito do apego, do medo, da ilusão, é bom investir numa vida que flui, que se re-inventa a cada ciclo que se fecha, sem agregar os pesos desnecessários da infelicidade e do rancor. Aqui estamos falando da atitude transformadora de aproveitar oportunidades, descomplicar a vida e capacitar-se mentalmente para encaixar-se numa outra perspectiva e até mesmo executar o ato solitário de fechar a porta de um passado, sem  drama.

Há, no íntimo de cada um, a capacidade e a necessidade de sair do estado de alheamento, de deixar de ser uma aparência entre tantas outras, para resignificar-se no processo de construção incessante de uma vida menos caótica.

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